quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Memories :)


Antes de ti, eu pensava que as memórias não eram importantes e que eu podia facilmente substituí.las por outras. Mas agora, eu descobri que a vida é boa demais para a deixar passar sem qualquer recordação fidedigna.

Cada foto que tiro e cada memória é um tributo a ti e ao que és, porque, apesar de tudo, és inesquecivel....

Obrigada por me ensinares a relembrar.
Obrigada por me relembrares de viver.

:) |m|

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Hugo


Hugo,

I can’t quite express the huge mess I’m feeling right now.
I’m being divided by my ideals and my thoughts, both of them pulling me in the opposite direction of the other – trying to keep me apart, broken into pieces.
I know that my ideals are telling me that you’re no good, that I should just say the first thing that comes to my mind and tell you to fuck of, because, right now, and looking back to all the stuff that’s happened, that’s exactly what I want.
But, I also know that I’m not able to do it. I just can’t, and the reason is very easy to see: I like you!
Even though I don’t feel the same has you, I still like you.
You’re my friend, and that should be enough.
You should know that there are so many ways to love a person that it becomes nearly impossible to describe someone’s feelings.
That would be my case, and if I didn’t know any better I would probably be confused – except that I’m not, and I know exactly how I feel.
So what about you? Can you describe exactly how you feel?

Feelings are one hell of a hard time, can you deal with them??

Catie Bells
(Touch the Reveille – “Hugo”)
14.10.2010
15.01h

Alma Imortal

Eu acredito na alma! Pois se tudo em mim é mecânico, científico e explicável, eu morrerei em breve. Mas se existe em mim algo mais do que o material, o palpável e o visível, se existe em mim algo mágico, livre, puro e inexplicável, então sei que viverei para sempre.

sábado, 6 de março de 2010

Ghost...




He’s like a ghost to me. Eve when he’s not even near me I can feel his presence, his soul’s touch inside my mind.
I got over him, or at least, I think I did, but it seems to me that everywhere I go, he’s there to, haunting me.
He makes my life miserable, in so many ways, but even though I don’t hate him.
I can’t help myself from thinking about the times when we were friends, good friends and, at a certain point, more than just friends. I can’t stop my heart from beating faster and faster when he walks right by me at the school grounds and looks straight at me, or when his eyes stare at mine, just like he was trying to read my thoughts.
Now, I see him like a ghost because right now, he’s just a mere reflection of the boy that he used to be, a long time ago. He’s a ghost because the part of him that I used to love is now dead, but it keeps haunting me, day by day.
He’s that one ghost that I would like to bring back to life. I wanted to be able to grab him, hold him in my arms, I wanted to be able to take his hand and lead back on to the right way again.
But again, he’s a ghost, and he’s now in a place where I cannot reach him, and every time I try, he keeps slipping right through my empty hands.
Z, you’re alive and well, but, deep down, you’re an errant spirit, you’re as good as dead, because you don’t really exist in my world anymore.
You’re gone! And one day so will I be gone.
But not for now.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Memory is Fading


Á medida que o tempo passa, a memória desvanece-se. Os melhores momentos da minha vida, hoje, vejo-os desvanecidos, destorcidos, despedaçados e quase completamente apagados da minha mente. Nunca quis que tal acontecesse. Não quero perder as memórias que guardo de ti. Mas sei que não posso evitar que tal aconteça. Mais cedo ou mais tarde eu não serei capaz de me lembrar de ti, de relembrar o teu toque quente, não me recordarei da tua voz calma e divertida, a tua face deixará de parecer nítida e tu, eventualmente, desaparecerás. As memórias de um passado que não se renova desaparecem…
O tempo do qual a minha mente se está constantemente a relembrar foi rápido, fútil e também precioso. Nós éramos crianças, eu pelo menos era, e como tal julgávamos que tínhamos o mundo e o tempo a nossos pés. Mas o nosso tempo passou, rápido de mais, não voltou a trás para renovar as memórias que vão desaparecendo. E hoje, hoje eu tento em vão conter na minha cabeça as memórias que vão escorrendo, como quem tente conter nas mãos, em concha, uma porção de agua, que vai escorrendo e desaparecendo e escorrendo ate não restar nada mais que a saudade desses tempos e dessas memórias, da frescura da agua.
Á medida que a idade avança, e eu me aproximo cada vez mais da maioridade, também o desgaste das recordações avança, ainda que a um ritmo mais elevado, e eu tento, algo desesperadamente, lembrar-me de ti, lembrar o teu toque quente, a tua voz calma e divertida, tento recordar a tua face e os teus olhos, esses olhos que me prenderam a ti, e quanto mais me tento lembrar, mais de ti eu perco.
Dou por mim a não pensar em ti para não me esquecer do que passamos.
A vida é mesmo esquisita.
Não achas?!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Carta da Memória


Nelson,

Não consigo expressar ao certo como me afectou o facto de teres restabelecido o contacto entre nós, esse contacto que, desde há alguns anos atrás, eu me tenho esforçado por manter mas que se ia, continuamente, rompendo. Foi interessante falar contigo novamente tal como nos bons e velhos tempos, ainda que, devo admitir, tal tivesse acabado por ser, de igual forma, doloroso.
Nunca desisti de ti. E, embora saiba que és feliz com quem estás, não deixo de esperar ansiosamente o dia em que te verei outra vez. Não sei o que farei quando te vir. Eu cresci, física e mentalmente, mas suspeito que a minha primeira reacção será levar as mãos á cabeça e pensar em fugir, ainda que saiba mais do que bem que não seria capaz de me distanciar novamente de ti.
Agora que o laço que nos une, e que antes esteve prestes a quebrar-se para sempre, está de boa saúde novamente, sinto que fazes parte de mim como já há muito tempo não fazias. Sinto-te mais perto, muito embora a distancia que nos separa realmente não se tenha, de forma alguma, encurtado. Sei que, de uma maneira ou de outra, ainda pensas em mim. Sinto o teu toque na minha face e no meu corpo quando me lembro de ti e dos tempos que passamos juntos. Às vezes penso que ouço a tua voz quente e calma a sussurrar-me aos ouvidos coisas só nossas e pressinto o teu olhar caloroso sobre mim para me guiar na solidão dos meus pensamentos.
Acredito que não sou eu que imagino tudo isto. Acredito que és tu que me prende ao que já passou, ao que já há muito havia de ter sido esquecido. É por ti que eu ainda fico parada a olhar para o mar, do alto da minha janela. É por ti que eu continuo a seguir a filosofia de um lugar, de um grupo, e de um clube que nada mais significam para mim que um mero elo de ligação que me conduz de volta a ti.
Chama-lhe obsessão se assim desejares, pois se este é o caminho que me leva de volta a ti, eu percorrê-lo-ei, por mais íngreme que ele seja.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

That Stupid Day…


It was almost like as if the whole world was crushing down on my shoulders in that very moment, the moment I saw them together. I knew what was happening. But knowing something and see it with you bare eyes are two very distinctive things.
She was my best friend, I loved her and I know that, if something harmed her, I could die for her. And him, he was the one that, for a while, I called the One for me. At that time, they were those who meant the most to me in the entire world. I wonder if they even know how much that episode affected me, in the most negative way imaginable.
The answer is quite simple. Of course they don’t!
When you’re worried about something or when you focus on something, it’s hard to notice everything else that happens around you. That’s just the way things roll. In fact, it normally happens to me too, lots of times actually. It’s not hard to imagine their situation, it’s kind of easy!
When you love someone you make yourself get surrounded by things that are related to that certain person, and honestly, nothing else ever matters anymore. Whether it’s your family, your studies, the commitments you’ve made or even your friendships. Even those friendships that last for a very long time won’t endure even a minute when facing the power of real love, or obsession, in this particular case.
Love is a very difficult thing to be dealing with, especially when the ones who’re involved are nothing more than kids, because, if you see it properly, that’s what we are, we teenagers, we are nothing more than kids with a little bit of high, brainless and careless when it matters to our own sake.
This whole situation is kind of ridiculous, because, obviously, I’m a teenager, and I’m criticizing our entire age. But don’t get me wrong, I love being a teenager although sometimes things may be a bit more complicated then we’ve predicted.
I am happy, I would just be even happier if I had never seen what I’ve seen that day. Those two hugging and kissing and God know what else. I may be overreacting but this thing won’t be easy to forget, at least not at an eminent future.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Tudo o que queria...


Tudo o que queria era dizer o quanto o amava. Que não podia viver sem ele.
Que morreria se ele não existisse.
No entanto, ele estava longe. Muito longe dali.
Não o iria encontrar mesmo que partisse no seu encalço. Mesmo que, no preciso momento em que soube o que era feito dele, tivesse posto os pés à estrada e as mãos ao coração, mesmo que eu o encontrasse, que os nossos caminhos se cruzassem, eu não mais o conheceria.
Mesmo que me esbarrasse contra ele numa estrada deserta e olhasse bem fundo nos seus olhos cinzentos, tão lindos, ele afigurar-se-ia para mim como um perfeito estranho, pois ele já não me pertence.
Ainda que eu permaneça, agora e para sempre, sua, ele já não é meu. Selou o seu destino e tudo o que era nosso por direito, assim que, sem olhar para trás, me virou as costas e pesarosamente escolheu, de entre muitos, o caminho que mais nos distanciava. O mais longo, mais tortuoso e desconhecido caminho de todos, para que eu não o seguisse.
Renunciou a meses de memórias, risos, encontros, olhares e carícias, a meses de amor como nunca experimentei igual.
Já lá vão mais de dois anos, e continuo a sofrer no silêncio da sua ausência, pela falta que o seu olhar, o seu toque e o som da sua voz me fazem.
É por ele que o meu coração continua a palpitar as suas tristes lamentações.
A minha mente e o meu ser, despedaçados, continuam a insistir em criar ilusões de que ele me ama, que ainda se lembra de mim, onde e com quem quer que ele esteja.
Ele próprio vem, de longe a longe, ao ponto de partida, em busca de um não-sei-o-quê que deixou, esquecido, para trás.
Talvez seja verdade, e ele não me tenha esquecido. Talvez ele volte ao início para observar, para se preencher novamente de recordações da sua terra, quando a memória já começa a faltar e o coração já se deixou preencher. Cheguei a pensar que ele voltara por mim, para verificar, tal como um protector faria por alguém que ama, mas a quem a sua presença só causa dor, pondo em causa a sua existência, a própria vida.
Sentia-me bem a pensar tais coisas, ainda que não passasem de meras ilusões da mente.
No entanto, a questão permanece: porque volta ele?
Sinceramente não o sei responder.
E apesar de tudo, continuo aqui, o que prova que ele existe. Pois eu não permaneceria se ele não existisse.
Continuo a andar, ainda que sem desfrutar o sabor da neblina matinal que rodeia os meus passos errantes, sem realmente viver.
Continuo a só querer que um desejo se torne realidade: que um dia lhe possa dizer o quanto o amei.